terça-feira, dezembro 12, 2006

Trapiche na praia do Laranjal (Pelotas)
Restaurante VSG frente ao Canal São Gonçalo

Restaurante do Veleiros Saldanha da Gama


Cmt. Matias passando pela Eclusa canal São Gonçalo (Pelotas)
Entrando na Eclusa do canal São Gonçalo (Pelotas)


Veleiros Saldanha da Gama (Pelotas)
Cábrea (Guincho) Veleiros Saldanha da Gama (Pelotas)


Trapiche do Clube Veleiros Saldanha da Gama (Pelotas)
Terapia e Sururu no Veleiros Saladanha da Gama (Pelotas)


Veleiro Miúra do PEPE, velejador muito conhecido na área Náutica

segunda-feira, dezembro 11, 2006


Veleiros Saldanha da Gama vista de entrada.
Secretaria do Veleiros Saldanha da Gama, gerenciada pelo Gladimir, simpatia no atendimento, assim como todos os seus funcionarios.
Veleiros Saldanha da Gama (Pelotas-RS)

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Atenção Confraria e Amigos

Façam comentários, publiquem artigos, "causos" da vela...
Participem !!

quinta-feira, dezembro 07, 2006

PREVISÃO DO TEMPO: PORTO ALEGRE

http://br.weather.com/weather/local/BRXX0186

PREVISÃO DO TEMPO: RIO GRANDE

http://br.weather.com/weather/local/BRXX0202

PREVISÃO DO TEMPO: SÃO LOURENÇO

http://br.weather.com/weather/local/BRXX3490

PREVISÃO DO TEMPO : TAPES

http://br.weather.com/weather/local/BRXX3662

PREVISÃO DO TEMPO : PELOTAS

http://br.weather.com/weather/local/BRXX0176

Termos Náuticos





VELEJAR: PRIMEIROS CONCEITOS (TERMOS NÁUTICOS)
Velejar é arte. Velejar é esporte e lazer sadio.
Conseguir velejar em todas as direções é um agradável desafio.
Se desenvolver tanto na vela de passeio como em regatas é um querer sublime.
Velejar também é desfrutar do lazer, emoção, natureza, do bem estar, sentimento e do entretenimento saudável que é a vela.




Termos Náuticos

Termos Gerais
Adriças: Cabos usados para levantar ou içar as velas
Alheta: Parte da embarcação entre o Través e a Popa
Amantilho: Cabo preso ao topo do mastro, que suporta a retranca prevenindo a sua queda no convés quando se abaixa a vela grande
Boca: A parte lateral mais larga de uma embarcação
Bochecha: Parte da embarcação entre a proa e o través
Bombordo: O lado esquerdo da embarcação quando se está olhando para a proa
Boreste: O lado direito da embarcação quando se está olhando para a proa
Brandais: Cabos de aço estendidos lateralmente até o topo do mastro, que impedem o seu movimento para os lados
"Burro": Dispositivo usado para puxar a retranca para baixo
Cana de Leme: A alavanca que controla o leme
Catracas: Um dispositivo mecânico ou elétrico usado para aumentar a capacidade de puxar um cabo
Cockpit: Espaço na parte de trás da embarcação onde se localizam os seus comandos
Cruzeta: Reforço lateral em forma de cruz fixada ao mastro onde se apóiam os brandais
Cunho: Peça fixada ao convés usada para amarração de cabos
Estai de Popa: Cabo de aço estendido entre a popa e o topo do mastro que impede o seu movimento para frente
Estai de Proa: Cabo de aço estendido entre a proa e o topo do mastro que impede o seu movimento para trás
Esticador: Dispositivo usado para tensionar os estais e brandais
Fuzil: Dispositivo que conecta os estais e brandais ao convés ou casco
Escotas: Cabos usados para controlar as velas. "Caçar" é puxar esses cabos trazendo a vela para a linha de centro do veleiro e "Folgar" é soltá-los, deixando a vela se afastar dessa linha de centro
Genoa: Vela triangular usada na proa
Garlindéu: A junção que une a retranca ao mastro. Funciona como um elo giratório que permite a retranca mover-se para cima, para baixo e de um lado para o outro
Guarda-Mancebo: Proteção de cabos de aço ao longo da borda da embarcação
Leme: Um dispositivo com a forma de uma chapa, localizado na popa do barco e que serve para governá-la
Mastreação: Conjunto de mastros, retrancas, estais, brandais e demais peças que suportam as velas
Mastro: Perfil vertical que suporta as velas e a retranca
Mestra ou Vela Grande: Vela principal montada no mastro maior
Moitões: Conjunto de roldanas que servem para guiar cabos numa direção desejada ou para compor conjuntos para a redução de esforço
Nó: Medida de velocidade da embarcação equivalente a uma milha náutica por hora ou 1,852 quilômetros por hora
Pé: Medida equivalente a 12 polegadas ou 30,48 cm
Popa: Parte de trás da embarcação
Poste de Guarda-Mancebo: Poste vertical que suporta cabos de aço ao longo da borda da embarcação
Proa: Parte da frente de uma embarcação
Púlpito: Armação de tubos usada para proteger o velejador durante as operações na proa da embarcação
Quilha: Um peso sob a forma de uma barbatana, fixado na parte de baixo do casco do veleiro, que serve para impedir o abatimento lateral da embarcação e contribui para a sua estabilidade
Retranca: Perfil horizontal usado para prender e estender a esteira da vela grande
Spinnaker ou Balão: Vela de Proa muito leve e grande usada com ventos de popa até o través
Storm-Jib: Pequena vela de proa, muito resistente, usada com ventos muito fortes
Outhaul: Cabo usado para tensionar a parte de baixo da testa da vela.
Bicha ou Downhaul: Cabo usado para tensionar a valuma da vela


Termos Referentes as Velas
Bolsa de Tala: Reforços costurados a vela usados para acomodar as talas
Cunningham: Olhal (ilhós) instalado na testa da vela grande usado para tensioná-la
Esteira: Borda de baixo
Forras de Rizo: Dispositivo (olhais e cabos) usado para reduzir a vela quando o vento está muito forte
Olhal: Argola de metal usada para reforço
Punho da Adriça: Topo da vela (Local onde é presa a adriça)
Punho da Amura: Parte (canto) de baixo da vela
Punho da Escota: Local onde é presa a escota.
Talas: Tiras de plástico ou madeira que atuam enrijecendo a vela e mantendo uma forma desejada. Contribuem também para evitar o panejamento da valuma
Testa: Borda da frente.
Valuma: Borda de fora da vela

Termos referentes a embarcação (navegando)
Adernar: Inclinar a embarcação para um dos bordos
Arribar: Girar a Proa no sentido de afastá-la da linha do vento (contrário de orçar)
Árvore Seca: Navegação "sem velas" quando o vento está muito forte
Asa-de-Pombo: Disposição das velas em lados opostos quando se navega com o vento pela popa
Amuras a Bombordo: Quando o lado de Bombordo é o que recebe o vento (Barlavento)
Amuras a Boreste: Quando o lado de Boreste é o que recebe o vento (Barlavento)
Barlavento: A direção de onde vem o vento (contrário de sotavento)
Bordejar: Velejar contra o vento usando uma série de cambadas
Caçar: Puxar as escotas
Cambar: Girar a Proa através da linha do vento, mudando as velas de lado
Dar um Jaibe: Girar a Popa através da linha do vento, mudando as velas de lado
Filado ao Vento: Condição em que a embarcação aponta a proa diretamente para o vento sem seguimento ou governo
Folgar: Soltar as escotas
Orça Fechada: Velejar o mais próximo possível da linha do vento em direção contrária a este
Orça Folgada: Velejar num ponto entre a orça e o través
Orçar: Girar a Proa na direção do vento (contrário de arribar)
Panejar: Movimento da vela de balançar irregularmente quando se solta demais a escota ou quando a proa do barco aponta para a linha do vento num ângulo menor do que a orça fechada
Popa Rasa: Velejar com o vento soprando na mesma direção da embarcação
Rizar: Reduzir a área vélica quando o vento está muito forte, dobrando-a sobre a retranca (vela grande) ou enrolando-a no estai de proa (genoa)
Sotavento: A direção para onde vai o vento (contrário de barlavento)
Través: Velejar com o vento perpendicular em relação ao rumo da embarcação
Través Folgado ou Alheta: Velejar num ponto entre o Través e a Popa Rasa
Vento Verdadeiro: A velocidade e direção do vento anotadas por um observador estático
Vento Aparente: A velocidade e direção do vento anotadas por um observador que se move em uma embarcação


Nota: este trabalho é uma compilação de dados enviados por colaboradores, pesquisa na Internet e em livros náuticos. Caso V. queira complementar, comentar, corrigir, enfim, colaborar para a melhoria deste texto, a sua colaboração é bem vinda. A exemplo da gloriosa Escola de Sagres do Século XV, procuramos ter o espírito de divulgar, aperfeiçoar, trocar conhecimentos náuticos, porque "navegar é preciso", tanto na Internet, como no Mar, Rios e Lagoas.